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Inventores
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Alfred
Nobel ( 1833 - 1896 )
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Sueco, inventor da dinamite e fundador do prêmio Nobel.
Alfred Nobel morreu riquíssimo, mas ao nascer, em 21 de outubro de 1833, em Estocolmo, sua família era pobre. Alguns anos depois, seu pai modesto agricultor resolveu tentar melhor sorte, estudou engenharia militar e saiu-se brilhantemente na nova atividade. E a tal ponto que em 1842 foi convidado pelo governo russo a trabalhar na construção de engenhos militares e a dirigir a abertura de estradas estratégicas. O velho Nobel aceitou e partiu para a Rússia com toda a família, a mulher e os filhos Robert, Ludwig e Alfred.
Valeu
a pena ter ido em pouco tempo a família ja possuia jazidas petrolíferas em Bakú
ao sul da Rússia, e os filhos poderam ser educados por professores
particulares. O Pai não deixou de perceber o peculiar talento de Alfred Nobel e
logo o mandou passar um ano nos Estados Unidos, onde trabalhou com Johan
Ericsson, um engenheiro sueco.
Foi um ano bem aproveitado, Alfred voltou um inventor
de renome e capacidade, para dirigir a exploração de petróleo de Bakú.
Mas no fundo não era isso que ele queria; sua ambição
era fazer experiências com explosivos, que mal se conheciam naquele tempo.
Químico autodidata, inventou a dinamite e acumulou uma das maiores fortunas da Suécia com as suas fábricas de armamentos. Mas deixou um prêmio aos que lutam pela paz.
A Alfred Nobel detestava prêmios. Se, por algum milagre, pudesse voltar à vida e, na sua qualidade de químico e inventor da dinamite, fosse indicado para receber o prêmio que leva o seu nome, ficaria, na certa, profundamente contrariado. Desdenhava qualquer tipo de honraria ou de publicidade. Quando lhe pediam dados biográficos ou fofos, respondia invariavelmente com a negativa, alegando, por exemplo, que "nestes tempos de publicidade gritante e despudorada, apenas os particularmente dotados para esse gênero de coisas devem permitir que os jornais Ihes publiquem a fotografia".
Nunca mandou pintar o próprio retrato, iniciativa praticamente obrigatória para os homens de sua condição no seu tempo, e o único quadro que o representa foi realizado após sua morte. Recebeu várias condecorações, mas não mostrava o menor respeito por elas. Gostava de afirmar que ganhara a Estrela do Norte da Suécia pelo fato de ter um bom cozinheiro, capaz de agradar a estômagos influentes, e a Ordem Brasileira da Rosa porque fora apresentado casualmente ao imperador Pedro II.
Tinha, aliás, um estranho senso de humor, e nunca se sabia muito bem se estava falando a sério ou brincando. Certa vez, na presença do rei Oscar, da Suécia, desenvolveu uma teoria segundo a qual a crosta terrestre deveria ter nos pólos duas grandes cavidades, por causa da rotação do globo. Freqüentemente falava de seus planos de mandar construir em Paris um luxuoso estabelecimento onde os candidatos ao suicídio pudessem afastar-se da vida com dignidade. Segundo Nils Oleinikoff-Nobel, sobrinho-neto do inventor e último sobrevivente da família, nos últimos anos de vida Alfred Nobel levara a excentricidade a tal ponto que só ia a suas fábricas aos domingos para não ter o constrangimento de se encontrar com seus próprios operários.
Parecia-se de certa forma com o pai, Immanuel Nobel, uma espécie de gênio autodidata, que passou a vida idealizando invenções e grandes projetos. Alguns eram estapafúrdios, como ensinar focas a guiar torpedos submarinos; outros, perfeitamente sensatos e lucrativos. Alternou períodos de sérias dificuldades econômicas com anos de rápida prosperidade. Immanuel teve quatro filhos: Robert, Ludvig, Alfred e Emil. Alfred, o criador do Prêmio Nobel, nasceu em 1833, numa década de efervescência tecno-científica, mas em plena crise familiar — a primeira falência paterna.
Quatro anos depois, a família Nobel muda-se para São Petersburgo, na Rússia, e monta uma pequena metalúrgica. Prospera, então, fabricando minas submarinas, graças, sobretudo, à sociedade com um general influente e às gigantescas encomendas recebidas durante a guerra da Criméia — 1854/1856. Terminada a guerra, acabam as encomendas e os Nobel vão à falência pela segunda vez. Alfred estava com 26 anos. Não recebera educação formal. A bem dizer, freqüentou apenas o primeiro ano do primário numa escola paroquial, na sua Suécia natal.
Mas, com o auxilio de excelentes professores particulares, estudando em casa, tornou-se excepcionalmente bem-preparado. Falava fluentemente sueco, russo, inglês, francês e alemão, sendo atraído pela literatura e pela filosofia. Quando a situação financeira de seu pai era favorável, viajou pelo mundo durante dois anos. Conheceu os Estados Unidos e, sobretudo, Paris, onde fez estágios em diversos laboratórios de química. Interessou-se desde cedo por explosivos e, já em 1863, requereu sua primeira patente importante: um detonador de percussão conhecido como processo Nobel.
A patente foi obtida na Suécia, para onde parte da família voltara, na tentativa de relançar os negócios em novas bases, depois da falência na Rússia. Instalados na pequena localidade de Helensburgo, nas vizinhanças de Estocolmo, Alfred, o irmão caçula Emil e o pai começaram a fabricar nitroglicerina. Essa substância, preparada pela primeira vez em 1846 pelo italiano Ascanio Sobrero, tem uma fórmula aparentemente muito simples: certa quantidade de glicerina adicionada a uma mistura de ácido nítrico e ácido sulfúrico.
Mas sua preparação é extremamente arriscada. Qualquer choque ou uma alteração brusca de temperatura provocam violenta explosão. Foi assim que, em 1864, mal começara a produção dos Nobel, a fábrica foi pelos ares, matando Emil, o irmão caçula, e quatro homens. Semanas mais tarde, o velho pai sofreu um derrame do qual nunca se recuperou. Alfred, no entanto, não se deixou abater. Conseguiu um sócio e voltou a fabricar nitroglicerina. Como a prefeitura de Estocolmo negou-lhe permissão para o funcionamento, instalou a nova fábrica numa balsa ancorada num lago das vizinhanças, fora da jurisdição municipal. Os negócios prosperaram rapidamente. Alfred mudou-se para Hamburgo, de onde dirigia os negócios da firma enquanto prosseguia suas pesquisas.
Os riscos de acidentes continuaram elevados até 1867, quando Alfred teve a idéia de misturar à nitroglicerina uma substância inerte, na esperança de evitar explosões acidentais. Deu certo. A nova mistura, denominada dinamite, iria revolucionar a técnica da explosão de minas, a construção de estradas e a sorte das guerras. Além de trazer rios de dinheiro à empresa de Alfred Nobel. Como se tudo isso não bastasse, a sorte também favorecia os negócios de Ludovic e Robert, os dois irmãos que haviam permanecido na Rússia depois da segunda falência familiar.
Robert conseguira reabrir a fábrica de equipamentos militares e, graças a seus antigos contatos, convertera-se, em poucos anos, num dos maiores fornecedores do Exército russo. Além de canhões, granadas, minas e munições diversas, chegou a produzir mais de 500 mil fuzis. Como na Rússia Central, onde estava instalada a indústria, não existia madeira adequada para a coronha desses fuzis, Robert enviou o irmão Ludovic ao Cáucaso, onde, segundo estava informado, as nogueiras cresciam em quantidade. A informação revelou-se inexata: as nogueiras eram raras. Em compensação, Ludovic encontrou petróleo jorrando espontaneamente do solo, junto ao mar Cáspio, na região de Baku.
Não foi bem uma descoberta. O petróleo de Baku já era conhecido desde o tempo de Marco Polo. Mas foi para Ludovic Nobel um achado extremamente feliz, porque feito na hora certa, justamente quando a humanidade, que utilizava a lâmpada de querosene, começava a apreciar o valor do petróleo. Ludovic encontrou Baku praticamente virgem. Logo se apossou das melhores terras, montou uma refinaria e encomendou petroleiros que partiram pelos sete mares. Alfred Nobel, que financiara parte dos investimentos do irmão e já era multimilionário com suas fábricas de dinamite, tornou-se, igualmente, um dos primeiros magnatas do petróleo.
Mas nunca foi feliz. Sua vida sentimental, ao que tudo indica, permaneceu um deserto. Em 1876, pôs num jornal austríaco um anúncio no qual "um senhor de certa idade, rico e muito instruído, residente em Paris", dizia procurar "mulher experiente e de certa classe, que conheça línguas estrangeiras, para Ihe servir de secretária e dama de companhia". Respondeu a esse anúncio a condessa Bertha Kinski von Chinic und Tettau, descendente de uma família arruinada da aristocracia austríaca. Falava alemão, francês, inglês e italiano e, aos 33 anos, sua beleza era fora do comum.
Compreende-se que o solitário Alfred tenha se apaixonado. Conforme conta a condessa em suas memórias, ele teria chegado a se declarar de maneira indireta. Mas não teve sorte. Uma semana depois do primeiro encontro, Alfred partiu em viagem e a condessa fugiu para se casar com seu namorado — Arthur von Suttner —, de quem se afastara temporariamente por pressões da família do rapaz. Apesar de decepcionado, Alfred tornou-se depois um grande amigo do casal Suttner, com quem trocaria, ao longo dos anos, vasta correspondência.
Foi por influência de Bertha, pacifista convicta, que Nobel incluiu no seu testamento um prêmio dedicado à paz, com o qual a própria condessa foi agraciada, em 1905. Pessoalmente, ele não tinha muitas ilusões quanto a esse tipo de iniciativa. Foi um dos primeiros a admitir a teoria do equilíbrio do terror. Escreveu a Bertha: "No dia em que exércitos inimigos possam aniquilar-se em um segundo, todas as nações civilizadas — ao menos é de se esperar — evitarão a guerra e desmobilizarão seus soldados. Por isso, minhas fábricas podem pôr termo à guerra mais rapidamente que seus congressos pela paz".
Com o tempo, menos ilusões sobre a humanidade restavam a Alfred Nobel. Em outra carta, lamenta: "Onde estão os meus numerosos amigos? No fundo lodoso das ilusões perdidas ou demasiado ocupados em escutar o retinir do metal sonante de suas economias? Creia-me, só fazemos numerosos amigos entre os cães que nutrimos com a carne alheia, ou entre os vermes que alimentamos com a nossa própria substância. Os estômagos saciados e os corações arrependidos são irmãos gêmeos". No fim da vida, uma série de contrariedades lhe acentuaram ainda mais o temperamento sombrio.
Sofria de acessos lancinantes de dor de cabeça, que atribuía ao contato com a nitroglicerina e, a partir dos 50 anos, de crises cada vez mais freqüentes de angina do peito. Além disso, em 1891, viu-se expulso da França, onde residira durante dezessete anos, acusado de espionagem industrial em favor da Itália. Perde, também, um processo nos tribunais ingleses referente a uma valiosíssima patente de um tipo de pólvora sem fumaça. Passa os últimos anos de vida entre a localidade de Bjorkbörn, a 80 quilômetros de Estocolmo, onde cuida do soerguimento da fábrica de armas Bofors, e sua casa italiana em San Remo.
É em San Remo que ele vem a falecer. Como sempre temera, morreu cercado apenas por seus empregados, sem nenhum parente ou amigo, às 2 horas da madrugada de 10 de dezembro de 1896. Um ano antes, assinara a terceira e última versão de seu testamento, dispondo que os rendimentos dos 31 milhões de coroas suecas de sua fortuna deveriam ser "distribuídos anualmente às pessoas que mais benefícios houvessem prestado à Humanidade". Nobel, o homem que detestava prêmios, deixou seu nome ligado ao prêmio mais prestigiado de todos os tempos.
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ASCANIO
SOBRERO
Desenvolvimento da nitroglicerina
Em 1846 um professor italiano Ascanio Sobrero
descobriu a nitroglicerina [C3H5O3(NO2)3]. Sobrero fez várias experiências com
a nitroglicerina mas não lhe deu nenhuma finalidade, esta substância era
altamente instável e explosiva.
Anos mais tarde um cientista sueco Immanuel
Nobel mais o seu filho Alfred estudaram a nitroglicerina misturando glicerol com
os ácidos nítrico e sulfurico. A nitroglicerina era muito instável provocando
muitas explosões acidentais, nas quais resultaram perdas de vidas. Este
composto é um liquido viscoso, de cor amarelada, de densidade (1,6), solidifica
a 0°C e é insolúvel em água. Em 1864 uma explosão destruiu a fábrica de
Nobel e matou o irmão de Alfred, Emil Nobel. No mesmo ano foi inventado um
detonador metálico, tipo cápsula de explosão, cujo conteúdo era o fulminato
de mercúrio. Esta cápsula produzia um choque inicial que era transferido para
um contentor separado de nitroglicerina por um rastilho. O fulminato de mercúrio
[Hg(ONC)2] foi preparado pela primeira vez no séc.?V?? por um alquimista
sueco-alemão, Baron Johann Kunkel von Lowenstern, esta substância foi obtida
pelo tratamento do mercúrio com ácido nítrico e álcool.
A sensibilidade na nitroglicerina foi
reduzida com a adição de Kieselguhr. Era um material alemão feito de pequenos
restos fossilizados de animais marinhos que conseguia absorver três vezes o seu
peso de nitroglicerina mantendo assim as propriedades explosivas. Este invento
de Alfred Nobel foi denominado de, dinamite de ghur cuja patente foi registada
em1867. A vantagem da nitroglicerina sobre a pólvora residia na presença do
combustível e oxidante na mesma molécula. Em 1875 Alfred Nobel descobriu que
misturando nitrocelulose com nitroglicerina formava-se um gel explosivo, sendo
chamado balistite, continha também na sua composição benzeno e cânfora.
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Conde
Alessandro Volta 1747 - 1827
Físico italiano que inventou a pilha elétrica.
Químico italiano, foi professor e reitor do Liceu de Como e professor da Universidade de Pádua.
Homem viajado, conheceu diversos países da Europa, onde discutiu com Lavoisier e Laplace.
Estudou com Galvani o problema da electricidade, a partir da observação dos efeitos provocados por correntes eléctricas em seres vivos. Inventor do electroscópio e do condensador electrostático, Volta estudou o comportamento electroquímico em pares de metais e concluiu acerca da eficiência das combinações.
Em Março de 1800, Volta apresentou à Sociedade Real de Londres a descrição da primeira bateria geradora de corrente eléctrica, que era uma "pilha" de chapas de cobre e de zinco, separadas por folhas de cartão embebidas em água salgada.
Em homenagem a Volta e à sua pilha, percursora da pilhas químicas, a unidade de força electromotriz foi denominada volt
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George
Westinghouse 1846 - 1914
Ingeniero
estadounidense inventor del freno de aire comprimido.
Siendo
joven, su trabajo le obligaba a viajar con frecuencia, y cada vez que montaba en
tren se sentía preocupado, pensando que en caso de una emergencia el tren no
pararía con suficiente rapidez a causa del primitivo sistema de frenado (cada
dos coches se situaba un hombre para accionar los frenos individuales). Hacia
1869, Westinghouse había patentado un tubo de aire comprimido dispuesto a lo
largo de todo el tren, que proporcionaba fuerza suficiente para accionar todos
los fenos a la vez.
Para
probar el nuevo sistema, funcionarios y ejecutivos del ferrocarril ocuparon un
vagón durante un corto trayecto cerca de Pittsburgh. Se había planeado aplicar
el freno gradualmente, pero un caballo y un carro se cruzaron en la vía y el
maquinista accionó de golpe el freno experimental. El tren se detuvo tan
bruscamente que los funcionarios del ferrocarril salieron despedidos de sus
asientos. Cinco años más tarde los frenos de Westinghouse podían detener un
tren completo de forma segura y rápida, y el inventor abrió una fábrica y
comenzó a distribuirlos en América y Europa.
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Robert
Hutcchings Goddard 1882 - 1945
Físico
estadounidense reconocido internacionalmente como el padre del cohete espacial.
A
Goddard le fascinaban los cohetes desde la adolescencia, y en 1914 se convirtió
en profesor de física en la Clark University, en su ciudad natal de Worcester
(Massachusetts). Aquel año patentó dos dispositivos para cohetes, y en 1919
publicó un libro de texto titulado Método
para alcanzar altitudes extremas. En
1926 empezó a convertir en realidad el título del libro, al llevar a cabo sus
primeras pruebas con cohetes impulsados por combustible líquido en un campo de
Auburn (Massachusetts).
Los
primeros cohetes sólo medían unos 120 cm de altura, pero en 1929 disparó un
cohete de mayor envergadura que por primera vez en la historia llevaba
instrumentos tales como un termómetro, un barómetro y una pequeña cámara. Su
nuevo cohete era tan ruidoso que la policía recibió quejas, y se le prohibió
que lanzase más cohetes en aquel Estado. A causa de ello, y de que tenía fama
de estar un poco <<chiflado>>, sus trabajos no recibieron ayuda
oficial. Pero el aviador Charles A. Lindbergh, que en 1927 había cruzado el Atlántico
en solitario, se enteró de las dificultades de Goddard y convenció al
industrial y filántropo estadounidense Daniel Guggenheim para que concediera al
físico una ayuda de 50.000 dólares.
Goddard
empleó el dinero en establecer una estación experimental en el desierto de
Nuevo México, donde construyó y lanzó cohetes que alcanzaron velocidades de más
de 800 km/h, y a alturas de hasta 2.5 km. En 1935 lanzó un cohete impulsado por
combustible líquido a una velocidad superior a la del sonido (1.220 km/h).
Obtuvo más de 200 patentes relacionadas con cohetes.
Sin
embargo, el gobierno de los Estados Unidos ignoró a Goddard y sus innovaciones,
aunque durante la Segunda Guerra Mundial diseñó impulsores de reacción para
facilitar que los aviones de la Marina de los Estados Unidos pudiesen de las
cubiertas de los portaaviones. También se utilizó ampliamente un invento suyo
anterior, la bazuka, arma antitanque. Pero la importancia de Goddard no sería
reconocida hasta después de su muerte, con el advenimiento de la Era Espacial.
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Roger
BACON 1220 - 1292
Erudito
inglés que ideó los anteojos y una lente de aumento.
Se
dice que él mismo fabricó las lentes de sus anteojos y afirmó que con ellas
"podemos leer las letras más pequeñas". Bacon, que fue uno de los
primeros en defender la experimentación científica, era conocido como el
"Admirable doctor". Escribió sobre barcos, automóviles y aeroplanos
movidos por motor, el telescopio y la pólvora mucho antes de que se inventaran.
Sus ideas progresistas, como su creencia de que la Tierra es redonda, le
valieron quince años de cárcel por "herejía".
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Leo
Hendrik BAEKELAND 1863 - 1944
Industrial
químico belga-estadounidense queen 1909 inventó la baquelita.
Era
el primer plástico del mundo resistente al calor, y un excelente aislante eléctrico.
Uno de los inventos anteriores de Baekeland, un papel fotográfico que se podía
revelar con luz artificial, lo compró Kodak por un millón de dólares,
Baekeland se estrevistó con George Eastman, fundador de la compañía, en 1899,
dispuesto a vender su papel por sólo 25.000 dólares. Pero llevado de su
entusiasmo, Eastman le ofreció un millón y Baekeland aceptó encantado.
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Ladislao
BIRO 1900
Artista
y periodista húngaro que inventó el primer bolígrafo práctico.
Siendo
director de periódico en Budapest, Biro quedó impresionado por la tinta de
secado ràpido usada por los impresores. se preguntó si este principio se podría
aplicar a la escritura, y a mediados de los años treinta diseñó una pluma -
el bolígrafo - que no manchaba. En 1938 solicitó una patente de su invento,
pero antes de que le fuese concedida estalló la segunda guerra mundial. Huyendo
de los nazis se trasladó a Francia, luego a España y finalmente Argentina.
A
principio de los años cuarenta, con la ayuda de su hermano Georg, que era químico,
perfeccionó y fabricó el bolígrafo en Buenos Aires. En 1944, Biro vendió la
patente norteamericana a Eversharp-Faber por dos millones de dólares, y, en
Europa, a Marcel Bich (fabricante de los bolígrafos Bic),
que ahora
fabrica más de 10 millones de bolígrafos al día en todo el mundo.
Desde
el año 1990 se festeja en Argentina, el "Día del inventor", en
homenaje al nacimiento de Ladislao José Biro, el inventor del bolígrafo,
popularmente conocido como "birome".
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Louis
BRAILLE 1809 - 1852
Educador
francés e inventor del sistema Braille de lectura para ciegos.
Braille
se quedó ciego a los tres años, cuando se le resbaló un cuchillo que estaba
usando en el taller de curtidos de su padre y se lo clavó en un ojo, produciéndosele
una infección que le costó la vista en ambos ojos. Siete años más tarde
obtuvo una beca para el Instituto Nacional para Jovenes Ciegos, en París, en
donde algunos de los alumnos estaban aprendiendo a leer el papel con letras en
relieve. Aquel mismo año - 1819 - un oficial del ejército francés, el capitán
Charles Barbier, inventó un sistema llamado "escritura nocturna", con
el que se podían intercambiar mensajes en los campos de batalla durante la
noche variando una serie básica de doce puntos en relieve.
Más
tarde Barbier presentó la "escritura nocturna" en el instituto, y
Braille, que entonces tenía quince años, lo adaptó para uno de los ciegos. El
sistema Braille se publicó en 1829, tres años después de que su inventor
pasase a ser uno de los profesores del instituto.
En
1837 realizó una versión más elaborada de su "escritura de puntos en
relieve", pero hasta 1932 el sistema Braille no fue adoptado
internacionalmente
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Chester
CARLSON 1906 - 1968
Físico
estadounidense inventor de la fotocopia, proceso de reproducción fotográfica
en seco.
En
1934 estaba empleado en el departamento de patentes de una compañía de eléctronica
de Nueva York, y se sentía cada vez más frustado por la dificultad de copiar
las especificaciones y dibujos de las patentes. Comprendió que se necesitaba
una máquina copiadora rápida que no manchase, y pasó varios años estudiando
libros técnicos en la biblioteca pública de Nueva York. En 1938 había diseñado
una máquina de este tipo, y ee 22 de Octubre, en su laboratorio de Astoria (Nueva
York), obtuvo su primera fotocopia de una hoja de papel con el texto: "Astoria,
22-10-38.
Durante
los años siguientes unas 20 compañías rechazaron la oportunidad de fábricar
la máquina. En 1947, Carlson encontró una firma pequeña - que luego creció
hasta convertirse en la gigantesca Xerox Corporation - que patrocinó su
invento. Cuando Carlson murió, sus derechos y acciones en la compañía le habían
proporcionado unos cincuenta millones de dólares.
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Wernher
von BRAUN 1912 - 1977
Físico
alemán, pionero de la construcción de cohetes y de los vuelos espaciales.
En
1936 fue nombrado director técnico del centro experimental de Peenemünde, en
el que construyó los famosos cohetes V-2 que estuvieron a punto de cambiar el
curso de la segunda guerra mundial. Al terminar ésta, Von Braun se trasladó a
Estados Unidos , donde se nacionalizó en 1955, acompañado por varios de sus
ayudantes , allí continuó perfeccionando sus prototipos de cohetes. El
lanzamiento en 1957 del primer satélite ruso, el Sputnik
1,
avivó el interés estadounidense por los vuelos espaciales y von Braun y su
equipo pusieron en órbita el primer satélite estadounidense, Explorer
1,
en 1958.
En
1960, Von Braun fue nombrado director del programa de construcción de cohetes
teledirigidos de la NASA y desarroyó enormes cohetes impulsores, especialmente
el Saturno
V para
el programa Apolo, destinado a llevar al hombre a la Luna. En 1972 dimitió de
su cargo en la NASA y se convirtió en vicepresidente de la división técnica
de la firma aeronáutica Fairchild. Von Braun falleció en Alexandria (Virginia)
tras haber recibido a lo largo de su carrera los más altos honores
profesionales.
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John DUNLOP 1840 - 1921
Cirujano
veterinario escocés que inventó la primera llanta neumática para bicicleta.
En
1887, Dunlop, que tenía un consultorio en Belfast (Irlanda del Norte), le compró
a su hijo John de nueve años un triciclo con llantas de hule macizo. El niño
se quejaba de las sacudidas que sufría al circular por las calles mal
pavimentadas y, en 1888, su padre le construyó unas llantas con tubos de hule
llenos de aire que rodaban suavemente sobre las superficies más desiguales.
En
el mismo año, Dunlop patentó su invento, que fue producido comercialmente por
una firma de Belfast en 1890. La compañía, en la que Dunloptenía 1.500
acciones, creció hasta convertirse en la Dunlop Rubber Company, y al neumático
se debió en gran medida la popularidad del ciclismo. También contribuyó al
desarrollo de la industria del automóvil.
Sin
que supiese Dunlop, en 1846 un ingeniero escocés, Robert Willian Thomson, había
patentado un neumático. Pero Thomson no había desarrollado su invento y
laDinlop Company logró que prevaleciesen sus derechos, ya que había
introducido y patentado mejoras tales como las cejas y las várvulas.
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Benjamin
FRANKLIN 1706 - 1790
Estadista
estadounidense, invertor del pararrayos y las lentes bifocales.
En
1752 su interés por la elécticidad le condujo a realizar un experimento que
pudo haberle costado la vida. Empeñado en demostrar que los rayos eran una
fuerza eléctrica, durante una tormenta voló una cometa con la punta de metal y
un hilo del que colgaba una llave. Al ver el relámpago, aproximó el puño a la
llave y observó las chispas que salían de ella conducidas por el hilo húmedo.
La electricidad pasó a través de su cuerpo y de ahí a la tierra.
Más
tarde, Franklin instaló postes de metal - o pararrayos - en los tejados de los
edificios en Filadelfia, donde vivía. cuando estallaba una tormenta, los postes
de metal atraían el rayo, que era conducido sin peligro a tierra por medio de
cables. Al principio de la década de 1780, siendo embajador de los Estados
Unidos en Francia, a Franklin le molestaba tener que cambiarse de lentes para
leer de cerca y ver de lejos. Así fue como inventó las bifocales, cuyas lentes
constan de dos secciones montadas en la misma montura: una para ver de cerca y
otra de lejos.
En
París, en 1783, mientras comtemplaba la primera ascensión del globo de aire
caliente de los hemanos Montgoltier, uno de los espectadores le preguntó:
"Pero ¿para qué sirve esto?, a lo que Franklin contestó: ¿Para qué
sirve un niño recién nacido?".
Como estadista, colaboró en la redacción de la Declaración de Independencia y de la Constitución de los Estados Unidos.
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GALILEO
GALILEI 1564 - 1642
Matemático,
físico y astrónomo italiano, inventor del termómetro.
Galileo
estaba interezado en medir la temperatura del aire, y en 1592 construyó el
termoscopio - o termómetro de gas - en el que el gas se dilataba cuando estaba
caliente y se contraía cuando hacía frío. El instrumento no era muy exacto,
en el siglo XVII lo mejoró el físico francés Guillaume Amontons.
Como
astrónomo, la creencia de Galileo de que la Tierra y otrosplanetas giraban
alrededor del Sol fue interpretada como harejía. Después de ser declarado
culpable se retractó.
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King
Camp GILLETTE 1855 - 1932
Inventor
estadounidense y primer fabricante de la maquinilla y la hoja de afeitar.
Un
día de 1895, Gillette, que entonces era viajante de ferretería, observó
mientras se afeitaba frente al espejo con una navaja barbera convencional que sólo
se usaba de hecho una pequeña parte de la hoja abierta. Pensó en lo peligroso
que resultaba y en el tiempo que se perdía en afilar la hoja. Entonces se acordó
de un consejo que le había dado un antiguo patrón suyo, William Painter,
inventor de la corcholata. "¿Por qué no inventas algo que una vez usado
se tire?. así el cliente volvería constantemente por más".
Gillette
perfeccionó la maquinilla de afeitar de seguridad de doble filo, que patentó
en Diciembre de 1901. el invento prontose hizo popular, y a finales de 1906 las
ventas se habían disparado a 90.000 maquinillas y 12,5 millones de hojas,
haciendo a Gillette rico y famoso.
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Blaise
PASCAL 1623 - 1662
Matemático,
físico y filósofo religioso francés, inventor de una máquina de sumar mecánica.
Pascal
tenía sólo diecinueve años cuando construyó una máquina de sumar para
ayudar a su padre, que era matemático, en sus cálculos. Patentó el modelo,
que funcionaba por medio de ruedas dentadas, pero resultó demasiado caro para
producirlo en gran escala.
Fue
el ingeniero estadounidense William Burroughs quien fabricaría la primera máquina
de sumar comercial en 1892.
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Cierva
y Codorníu, Juan de la
(1895-1936), ingeniero español e inventor del autogiro,
precursor del helicóptero. Descendía de una notable familia española: su
padre fue abogado y estadista. Estudió ingeniería y ocupó en dos ocasiones un
escaño en las Cortes (Parlamento), en 1919 y en 1922.
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Garret
Morgan,
un afroamericano (nacido en Kentucky, EE.UU., el 4 de marzo de 1877), inventó
el sistema automático de señales de tránsito en 1923, y después vendió los
derechos a la corporación General Electric por 40.000 dólares.
Morgan,
el séptimo de 11 hermanos, sólo tenía una educación escolar elemental, pero
era extremadamente inteligente. Comenzó su vida laboral como técnico de
máquinas de coser y rápidamente inventó un sistema para perfeccionar las máquinas,
que vendió en 1901 en menos de 50 dólares.
Morgan
también inventó la primera máscara de gas en 1912, por la que obtuvo una
patente del gobierno norteamericano. Seguidamente puso una compañía para
fabricar las máscaras. El negocio inicialmente fue bueno, sobre todo durante el
Primera Guerra Mundial, pero cuando sus clientes descubrieron que él era negro,
las ventas empezaron a disminuir. Morgan intentó engañar a sus clientes
racistas inventando una crema que se aplicaba para alisar el pelo y pasar como
un indio de la reservación Walpole, en Canadá. Murió en 1963, a los 86
años.
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